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domingo, 23 de agosto de 2009

7 por meia dúzia


Dia 29, sábado - 19 horas 

Onde já se viu misturar rock com samba e baião com guitarras distorcidas numa época em que nada se mistura, onde o samba é samba, e o rock é rock? Os idiotas da objetividade, de quem Nelson Rodrigues já falava há mais de 30 anos, ficariam revoltados ao escutar o som desta banda, que busca justamente o inclassificável, e cuja objetividade reside unicamente na intenção dos integrantes de crescer como músicos e personalidades.

No 7 Por Meia Dúzia, o virtuosismo é entendido como algo muito além do que apenas um grande domínio do instrumento. É a compreensão de música de maneira ampla, onde importa não só a habilidade individual, mas a linguagem que se deseja transmitir, criando dessa maneira uma interação que poderia muito bem ser descrita como virtuosismo coletivo.

Formado em 2007, o grupo escreveu o primeiro capítulo de sua história em grande estilo, no Festival de Primavera da PUC, em outubro do mesmo ano. Mesmo com pouco tempo de existência, a banda tirou de letra a pressão e já ali conquistava seus primeiros admiradores. Desde então, naturalmente, o 7 Por Meia Dúzia mudou, sempre buscando evoluir

Em pouco mais de um ano de atividade, lugares que vão da Lapa, reduto da nova música popular carioca, à Rocinha e Scala já receberam apresentações da banda. O 7 é formado por: Deborah Pech na voz, Felipe Fernandes e Leandro Donner nas guitarras, Cairê Rego no baixo, Felipe Reznik na percussão, Mike Rothman na bateria e Michel Nirenberg se revezando entre sax, clarineta e teclados.

Bom, deixemos a auto-promoção para os marqueteiros. Enaltecer a qualidade das músicas, julgar a sinceridade da interpretação, isso fica a cargo do público. A nós, cabe o convite a ouvir.

Para nos ver...


Um comentário:

  1. Vale a pena conferir: composições inteligentes, idéias diferentes , arranjos em um trabalho refinado.
    O grupo está cada vez melhor.
    PARABÉNS!!!!
    Bia Kiriktzian

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