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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Classe de Mestre


Idriss Boudrioua

Dia 24 - Quinta - feira - 16 horas



Classe de Mestre com IDRISS BOUDRIOU.
Músico e luthier, o saxofonista francês Idriss Boudrioua fala sobre carreira, música e restauração de saxofones.

Quinteto Sivuca


Quinteto Sivuca

Dia 25 - Sexta-feira - 19 horas


Projeto Rede Rio Música com QUINTETO SIVUCA
O QUINTETO SIVUCA representa a renovação da música instrumental brasileira, através de uma releitura ousada e contemporânea da obra de um dos maiores gênios da música no século XX, no Brasil e no mundo. O grupo alcançou o sucesso ao demonstrar a vitalidade e permanência de uma obra musical sem precedentes.

Partido Leve


Partido Leve
Abertura Roberta Campos


Dia 26 - Sábado - 19 horas


Projeto Rede Rio Música com PARTIDO LEVE e abertura com ROBERTA CAMPOS.
A banda tem 5 integrantes: André Machado (voz e escaleta), João Carvalho (violões e guitarra), Jefferson Plácido (baixo), Reinaldo Gaia (percussão) e Wagner Nascimento (bateria). Ocasionalmente, contam ainda com o sexto elemento, o trombonista Alexandre Salles.

Musical Infantil



A Música e o Tempo

Dia 26 - Domingo - 15 horas


Devolta ao Centro Municipal de Referência da Música Carioca o Teatro Infanto Juvenil Musicado com o espetáculo “A Música e o Tempo”
Dizem que quando músicos tocam certa alquimia é feita no ar. Por alguns instantes, é como tivéssemos mudado de lugar, a vida lá fora parasse, a pressa passasse... E quando o coração mais leve pode dar asas à imaginação, iniciamos a aventura ao Livro da Música e do Tempo. Eles eram irmãos, o tempo e a música. Inseparáveis... Senhor Tempo mais sério. Dona Música mais gaiata. De todas as histórias que sabiam dedicavam-se com mais zelo sobre a história da criação. Assim, começa nosso espetáculo de teatro musical com os personagens A Música e o Tempo acompanhados de conjunto instrumental. O roteiro de Simone Colucci entrelaça a História da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil a canções folclóricas, marchinhas de carnaval, clássicos e canções da MPB de Donga, Villa-Lobos, Vinícius, Tom Jobim entre outros compositores. Os atores contracenam com grupo instrumental composto por cordas, sopro e percussão. Os atores Vitor Maia e Aline Alesié atuam e assinam a direção cênica deste espetáculo musical. Com direção artística do Grupo Educart e produção assinada pelo Espaço Cultural Tocando em Você, a aventura musical agrada toda família e espera pelas crianças com várias situações interativas. Venha cantar e dançar com a gente!

Clássicos Domingos


Itajara Dias

Dia 27 - Domingo - 11 horas


Clássicos Domingos apresentando o pianista ITAJARA DIAS, com participação especial de VINICIUS DIAS.
Compositor Itajara Dias, pianista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, comemorando 30 anos de carreira, tem se apresentado com sucesso em Salas de Concerto do Brasil e exterior. Criador de mais de 500 composições de estilo erudito, lançou os CDs “Prelúdio a um novo dia” e “Música para Concerto”. Suas composições estão sendo divulgadas por artistas nacionais e internacionais. O Projeto “Um Piano na Rua”, tem levado a música clássica a vários bairros do Rio, às cidades do interior e às capitais de todo o Brasil, com muito sucesso. Participa do projeto o seu filho (de 19 anos), o pianista Vinicius Dias.


domingo, 13 de setembro de 2009

Quintas Instrumentais



MP5

Dia 17 quinta- feira - 19horas

Quintas Instrumentais apresentando o QUINTETO MP5 com o show e lançamento do CD “Música Brasileira”. A sonoridade dos instrumentos de metal vem conquistando plateias de todo o mundo ao longo dos tempos, e o Quinteto mp5 se destaca pelo repertório eclético, passeando pelo erudito, popular, folclórico, jazz e contemporâneo; ganhando assim notoriedade pelas performances bem humoradas, pela interação com o público em suas apresentações, bem como sua singular sonoridade e interpretação.

Uns são comuns outros, felizes



Rubens kurin

Dias 18 e 19 - sexta e sábado - 19 horas


Show “Uns são comuns, outros felizes” de RUBENS KURIN . No repertório do show, além das dez canções que fazem parte do novo CD, entre elas “Figura”, “Sem fim”, “Um minuto de silêncio” e “Então tá”, ainda há obras dos trabalhos anteriores como “Segredos e Mistérios” e “ Cão sem dono”. A banda que acompanha Rubens Kurin neste show será formada por Leandro Braga – piano; Rômulo Duarte - baixo e bateria – Erivelton Silva.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Clássicos Domingos


Camerata Brasilis
Dia 13 - Domingo - 11 horas

Camerata Brasilis é uma pequena orquestra de cordas dedilhadas e sopros que se dedica a trabalhar arranjos originais para repertório do choro de todas as épocas. A Camerata busca, através do aprofundamento nessa linguagem, a expressão da música instrumental brasileira de hoje e vem fazendo um intenso trabalho de pesquisa, criação e difusão deste fazer musical.
O encontro desses instrumentos, em uma formação para além do regional e da orquestra de câmara, revela sonoramente a singularidade da Camerata Brasilis e sua busca pela interseção entre a música de câmara e a de roda, entre a precisão e o swing, entre o escrito e o improvisado.
Formada em 2008, no rico ambiente da Escola Portátil de Música, a Camerata Brasilis tem como principal referência a histórica Camerata Carioca, que teve Radamés Gnattali como mestre e mentor nessa arte que transpõe as barreiras entre erudito e popular. Outra importante influência foi a Camerata Portátil, da Escola Portátil de Música, que teve um papel importantíssimo na formação dessa sonoridade impar que a Brasilis herdou.
A Camerata Brasilis, que já se apresentou em importantes salas de música do Rio de janeiro como a sala Baden Powell, o Centro de Referência da Música Carioca, na série Instrumental Finep, na Rádio Nacional e outros, vem ganhando apoio de músicos de peso como Mauricio Carrilho, Paulo Aragão, Naomi Kumamoto, Luciana Rabello, Jayme Vignoli, dentre outros, que contribuem com arranjos originais para a formação ou mesmo com participações especiais em shows.
A Camerata Brasilis é formada por 9 integrantes, jovens músicos que demostram admirável domínio de seus instrumentos e profundo conhecimento sobre sua linguagem musical, despontando no cenário da música instrumental nacional.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Música no jardim

foto: Gerardo Lazzari

OBA
Orquestra Brasileira de Auditório
Dia 12 - sábado - 11 horas
Entrada franca

 

O Instituto Auditório Ibirapuera mantém em sua sede a Escola do Auditório, criada em outubro de 2005 com o objetivo de revelar e apoiar novos talentos. Os 120 alunos que formam a primeira turma da Escola do Auditório têm entre 12 e 21 anos de idade e foram escolhidos entre 5 mil estudantes da rede municipal de ensino durante as atividades do projeto TIM Música nas Escolas.

Os cursos têm a duração de 3 a 5 anos com ênfase nos instrumentos para formação da Orquestra Brasileira do Auditório. As aulas, práticas e teóricas, são ministradas em salas especiais com tratamento próprio de acústica, gratuitamente.

Irão ao Rio de Janeiro, apresentar-se no Centro Municipal de Referência da Música carioca,  40 integrantes da OBA, apresentando um repertório tipicamente brasileiro com sambas, choros e maxixes.


Telefones : 11.3629.1067

www.auditorioibirapuera.com.br

Instituto Auditório Ibirapuera

Av. Pedro Alvares Cabral, s/nº

Portão 2 - Parque Ibirapuera

São Paulo - SP - 04094-050

TEMPLO DE GLÓRIA – UMA HOMENAGEM A CLEMENTINA DE JESUS

Foto de Carol de Hollanda

Ilessi e Beatriz Faria

Dias 11 e 12 - sexta e sábado - 19 horas

  Tempo de Glória – Homenagem à Clementina de Jesus”, idealizado pelas cantoras Ilessi e Beatriz Faria, é um mergulho na obra de Clementina de Jesus, um dos nomes mais expressivos da música brasileira. O show faz um apanhado de toda a carreira da “Rainha Quelé”, apresentando sambas, modas, jongos e outros ritmos de origem africana, calangos, entre outros gêneros musicais populares presentes em seu repertório.

  No repertório, clássicos como “Na linha do mar” e “Marinheiro só”, e outras músicas menos conhecidas, como “Olhos de azeviche” e “Estácio, Mangueira”.

  Junto com Beatriz e Ilessi, estarão os músicos Anderson Balbueno (percussão), Gabriel Geszti (piano e acordeon), Luís Barcelos (bandolim, violão e arranjos), Rafael Mallmith (violão de 7), Thiago Lima (percussão) e Paulino Dias (percussão).

  Falecida em 1987, Clementina – ou simplesmente Quelé – iniciou sua carreira artística em 1964, aos 63 anos e encantou os ouvidos mais sensíveis com um repertório especial, composto de diversos gêneros musicais da cultura popular brasileira, tais como o samba, a moda, o jongo e o calango.

  Neta de escravos, nascida em Valença, interior do estado do Rio de Janeiro, Clementina revelou ao grande público cânticos e músicas de trabalho escravo aprendidas com sua mãe.

  Despretensiosamente, tornou-se o elo entre as culturas negras do Brasil e da África, ao resgatar peças do folclore musical brasileiro que estão profundamente ligadas à matriz africana.

  Dona de um timbre incomum e de forte personalidade, Quelé teve o digníssimo papel de aproximar dois irmãos de sangue, de raça e de cultura e mostrar que estão irremediavelmente ligados. Viva a nossa Grande Mãe Quelé de Jesus!

 Saiba mais sobre Ilessi

Saiba mais sobre Beatriz Faria

Musical Infantil



A Música e o tempo
Dia 13 -  domingo - 15 horas

 

Dizem que quando músicos tocam certa alquimia é feita no ar. Por alguns instantes, é como tivéssemos mudado de lugar, a vida lá fora parasse, a pressa passasse... E quando o coração mais leve pode dar asas à imaginação, iniciamos a aventura ao Livro da Música e do Tempo. Eles eram irmãos inseparáveis... O senhor Tempo mais sério. Dona Música mais gaiata. De todas as histórias que sabiam dedicavam-se com mais zelo sobre a história da criação. Assim, começa nosso espetáculo com os personagens A Música e o Tempo. O roteiro de Simone Colucci entrelaça a História da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil a canções folclóricas, marchinhas de carnaval, clássicos e canções da MPB de Donga, Villa-Lobos, Vinícius, Tom Jobim entre outros compositores.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Grupo Vozerio

Grupo Vozerio

Dias 4 e 5 - sexta e sábado - 19 horas

Grupo e movimento cultural surgido na periferia do rio de janeiro, unindo músicos, compositores, poetas, todos com longa estrada percorrida com CD's gravados, livros publicados, com seus trabalhos reconhecidos pela crítica e público.

Quintas instrumentais - Duo do Brasil

Rodrigo Lessa e Gabriel Improta
Dia 3 de setembro - 19 horas



No palco o bandolim de Rodrigo Lessa e o violão de Gabriel Improta, dois músicos respeitados e consagrados apresentam um repertório de músicas próprias e clássicos da música brasileira com arranjos inéditos. Destacando autores como Pixinguinha, Tom Jobim, Egberto Gismonti e tantos outros.


Um pouco da carreira dos dois...


Rodrigo Lessa


Bandolinista e violonista, compositor e arranjador, além  de seu trabalho solo , participa de dois importantes grupos cariocas: Nó em Pingo D’Água e o inusitado Pagode Jazz Sardinha´s Club. 

Como instrumentista e arranjador Rodrigo Lessa tem atuado ao lado de grandes nomes da MPB como Paulo Moura, Guinga, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Paulinho da Viola, Cristóvão Bastos, Época de Ouro, Ney Matogrosso, João Bosco, Jonhy Alf e Sivuca. 

Com o Nó gravou seis discos, recebeu prêmios e fez turnês pela Europa e EUA e Chile.

No Pagode Jazz Sardinha´s Club assina com Eduardo Neves a maior parte das composições e arranjos, gravou os dois cds, e recebeu pelo segundo cd Sardinhas o premio Tim de Melhor Grupo Instrumental 2004. 

Em 1997, estreou como compositor de canções em seu primeiro disco solo, Solbambá – muito bem recebido pela crítica. Em 2000, foi um dos 48 finalistas do Festival da Música Brasileira, promovido pela Rede Globo, com a música Patifaria. Logo em seguida lançam Feito à Mão, seu segundo CD solo com participações especiais de Dona Ivone Lara e Joyce. Duas músicas deste CD, Patifaria e Aldeia, foram lançadas em samples, pelo selo inglês Union Square nos cds  I Love Brasil e Night in Rio. 

Em 2003, participa como solista e tem sua música Rala Coxa gravada no disco Estação Leopoldina do clarinetista Paulo Moura e  é selecionado por sua parceria  com o letrista Mauro Aguiar,  como um dos 48 finalistas do Prêmio Visa Compositores. Em 2004, lança dois cds autorais: - No Bangalô da Bandola, com suas composições instrumentais para bandolim  e   Fora de Esquadro  de sambas em parceria com Mauro Aguiar que conta com as  participações de Elton Medeiros, Agenor de Oliveira, Wilson das Neves, Clarisse Grova, Paulo Moura e Pagode Jazz Sardinha´s Club.  Os dois CDS foram premiados na edição 2004/05 Novos Rumos do Itaú Cultural.

Foi selecionado pela segunda vez para a nona edição do premio Visa Compositores.

Em 2007 lançou seu segundo CD instrumental Das Ilhas Mestiças, com suas composições mesclando a música brasileira com as sonoridades de Cabo Verde, Cuba e África, aprovado no Programa de Patrocínio Petrobras.       Esse disco contou com as participações especiais de grandes músicos brasileiros como João Donato e Tomas Improta alem das participações dos cabo verdianos Toi Vieira e do cubano Julio Padron. O disco foi um grande sucesso na critica especializada, e nos shows de lançamento foi apresentado em sete cidades do Estado do Rio de Janeiro, com o encerramento no teatro Rival, entres os shows de divulgação consta a participação no festival de Inverno 2007 em três cidades Petrópolis, Friburgo e Teresópolis, alguns shows baile no Clube Democráticos e a apresentação no Programa Conversa Afinada. 

Em 2008 compõe a trilha sonora original para um especial de TV que foi produzido para a TV Record baseada na adaptação do conto de Machado de Assis “Os Óculos de Pedro Antão”.

Apresenta-se seu duo com o violonista Gabriel Improta com a participação especial de Robertinho Silva.

Outro importante projeto é o disco didático  choro 100,  que será lançado pela  Biscoito Fino,  com livro de partituras e acompanhamentos do grupo Nó em Pingo D´agua  para  14 clássicos do choros . 

Algumas de suas músicas foram gravadas por artistas como Paulo Moura, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara, Eduardo Neves,Gabriel Improta,  Agenor de Oliveira,  Joyce, Mio Matsuda,  Martin Scales , Lygia Campos e  pelos grupos Nó em Pingo D´agua, Orquestra de Cordas Brasileiras, Rabo de Lagartixa, Gente Fina & Outras Coisas e Ilustrando o Choro e Balaio Carioca.



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Gabriel Improta


Gabriel Improta é um dos mais destacados compositores, violonistas/guitarristas do Rio de Janeiro. Formado em composição musical pela Uni-Rio e em guitarra pelo GIT-Los Angeles. Atualmente conclui seu mestrado na Uni-Rio.  Em 2006 participa do quarteto “tributo a Tom Jobim” em shows pelo Brasil e na Europa. Grava o DVD “A Arquitetura da Flor”, de Francis Hime e realiza turnê pelo Brasil. Shows com Jacques Morelembaum no Brasil e em Portugal.

Em 2005 o Garrafieira, grupo que Gabriel lidera, ganhou o Prêmio na categoria “melhor grupo de MPB”. Lançou o CD solo “É o Violão do Brasil” em São Paulo.

Em 2004 dirigiu e arranjou o CD “Jogo de Cintura” com a participação dos cantores Nilze Carvalho e Marcos Sacramento. Participou de diversas apresentações pelo Brasil com Fancis Hime no show “Álbum Musical”, que prosseguiu em 2005. Fez shows no Rio de Janeiro e em São Paulo com Trio Madeira Brasil e Elza Soares. Compôs e gravou a trilha sonora do documentário norte-americano “Caipira”.

Em 2003 fez diversas apresentações pelo Brasil com Francis Hime no show “Brasil Lua Cheia”. Lançou o CD solo “É o Violão do Brasil”. Apresentou-se junto ao violonista cubano Aldo Rodrigues no festival “Encontro Brasil Cuba no séc.XXI” no CCBB em São Paulo. 

Em 2002 Apresentou seu trabalho solo no “Festival de Guitarra de Havana” no Teatro Amadeo Roldán em Cuba,  organizado pelo compositor Leo Brouwer, que esteve presente ao concerto. Tocou na “Homenagem a Baden Powell” com Ithamara Koorax na Sala Baden Powell (RJ). 

Em 2001 e antes fez diversos shows em duo com a cantora Carol Saboya. Apresentou seu trabalho solo no festival “Panorama do Violão” na Sala Cecília Meireles RJ. Fez a trilha sonora do vídeo “O Túnel”, de Mayra Jucá, que ganhou o 1º lugar no “Prêmio Atlantic de Vídeo” e os prêmios “Jovem Artista” da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (2º lugar pela composição “Tela Viva”) e “Prêmio Cria-Rio” (3º lugar pela composição “Choro para McCoy”).


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