cmrmc

cmrmc

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Orquestra Petrobras Sinfônica


Grupo de Câmara da OPS 
Dia 1/12 - Quinta-feira - 19h30
Gratuito

Formação: Contrabaixo, flauta, oboé, clarineta, percussão e piano.

A formação dos choros de Villani-Côrtes: Sonia Zanon, contrabaixo; Itamar Assiere, piano; Marcos Passos, clarineta e Sax; Victor Astorga, oboé e corne inglês; Luis Cuevas, flauta; Daniel Serale, vibrafone e percussão.


Programa:

Edmundo Villani-Côrtes
Opus 2004
A Catedral da Sé
Choro Urbano
Frevo Paulista
Valsa
Poema Brasileiro
O Orelha
Choro Patético
Frevo Fugato
Jongata
Pretensioso
Choro do João
O Gabriel Chegou

“Estas peças que iremos tocar representam uma pequena fatia da importante obra do compositor mineiro Edmundo Villani-Côrtes (1930), paulistano de coração, que dificilmente são apresentadas em salas de concertos do Rio de Janeiro. Comecei a identificar-me com a música de Villani ainda no Curso de Bacharelado em Contrabaixo e, quando fiz o Mestrado, tive a felicidade de conhecê-lo pessoalmente e conviver com este ser humano iluminado que faz música simplesmente por amor. Sua humildade gratuita e total desapego às vaidades pessoais são refletidos em uma obra com elevado grau de competência e inspiração, escrita para todos os gêneros musicais, que navega com facilidade do erudito ao popular da forma mais tradicional às idéias mais avançadas. Como exemplo, hoje executaremos ‘Opus 2004’, que relembra a noite paulistana e a boemia do Jazz, e ‘A Catedral da Sé ’, ‘Choro Urbano’ e ‘Frevo Paulista’ nas quais Villani homenageia lugares significativos no imaginário coletivo e a efervescência urbana. Os diversos gêneros da música brasileira caracterizados pela fluência rítmica, harmonização e simplicidade melódica ficarão expostos na ‘Valsa’, ‘Poema Brasileiro’, ‘O Orelha’, ‘Choro Patético’, ‘Frevo Fugato’ e ‘Jongata’, bem como a variedade de timbres e as combinações sonoras de ‘Pretensioso’. O amor de Villani também é aqui apresentado em ‘Choro do João’ e ‘O Gabriel Chegou’, compostos para seus netos.” Sonia Zanon

Nenhum comentário:

Postar um comentário