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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Rio Música

PROGRAMA DE REATIVAÇÃO DO CENTRO DE REFERÊNCIA DA MÚSICA CARIOCA

Iniciado no dia 21 de janeiro, no Centro de Referência da Música Carioca, o programa Rio Música, de ações que focalizam os diversos aspectos da música praticada no Rio de Janeiro através dos tempos.

O programa tem diversas ações do Rio Música, que culminarão em abril com a primeira exposição sobre a música carioca de todos os tempos.

A partir do dia 22 de janeiro, o Rio Música tem apresenta regularmente espetáculos e ações educacionais:

Rio Música Clássica – concertos comentados  –  quintas às 19h30;
Rio Jazz – espetáculos de música instrumental e vocal  –  sextas às 19h30;
Rio Ritmos – shows de samba, choro, bossa nova – sábados às 19h30;
Rio Música para crianças – ações educacionais para crianças aos domingos, às 11h;
(Inscrições do Rio Música para crianças pode está sendo feita pelo e-mail: contato.cmrmc@gmail.com)
Rio Música Jovem – bandas espetáculos voltados ao público jovem – domingos, às 18h.


SEGUE ABAIXO A PROGRAMAÇÃO DA SEMANA:

Rio Música Clássica

Duo Katz 
Dia 1/3 - Quinta-feira - 19h30

O DUO KATZ é formado pelo violoncelista Bernardo Katz e pela pianista Maria Luiza Corker há 36 anos, com grande atuação no Brasil e no exterior.

Bernardo Katz (violoncelo)

Iniciou sua formação no RJ aperfeiçoando-se com nomes célebres como André Navarra,Antonio Janigro,Boris Pergamenshikov e Heinrich Schiff. 
Venceu vários concursos de seu instrumento, graduando-se pela Musikhochschule Köln, na Alemanha. Integrou como primeiro violoncelista a Orquestra de Pittsburg e a Sinfônica de Phenis,nos EUA. Fez apresentações como solista na Europa, nos Estados Unidos e em Israel assim como deu Masters Classes em várias Universidades dos Estados Unidos e do Brasil.

Maria Luiza Corker (piano)

Considerada a mais importante pianista de sua geração, estudou com Myrian Dauelsberg no Brasil, Hans Leygraf na Musikhochschule Hannover e Leon Fleisher na Universidade de Indiana. Foi solista da Orquestre de la Suisse Romande, Philharmonique de Nice, Royal Philharmonic Orchestra entre várias outras. Foi escolhida pela revista Forbes como uma das Três Mulheres Mais Influentes na Cultura no Brasil em 2007. É Diretora da ACRJ, foi Diretora do Departamento de Promoções da Fundação Cultural do DF e Vice Presidente da Federação Internacional de Jeunesses Musicales.

Rio Jazz

Paulo Malaguti Pauleira
Dia 2/3 - Sexta-feira - 19h30

Larga do meu pé, bossa nova” 

A música que dá nome ao CD do cantor, compositor e pianista Paulo Malaguti Pauleira foi composta em 1989, logo após seu retorno ao Brasil - Paulo esteve por dois anos estudando piano e composição nos EUA. “Quando fiz a “anti-Bossa Nova” ‘Larga do meu pé, bossa nova’ quis traduzir musicalmente esse sentimento de que sofre a minha geração: o legado do Tom Jobim e da bossa nova é uma dádiva e um estorvo para o músico - compositor brasileiro e, principalmente, carioca.” Explica Malaguti.

O primeiro CD solo do artista foi produzido por seu companheiro de longa data,Paulo Brandão, os arranjos musicais são do próprio Malaguti e conta com as participações de Zé Carlos Bigorna (sax), Zé Luiz Maia (baixo), Marcelo Costa (percussão), Muri Costa (violão), Fernando Caneca (violão e guitarra), do Arranco de Varsóvia, grupo do qual Paulo Pauleira é fundador e integrante, entre outros grandes músicos.

No CD, que tem onze canções, podemos destacar ainda: “Três dias de ventania”, uma parceria com Leoni e que foi também gravada pelo Arranco de Varsóvia; “Atravessar”, uma sofisticada balada de piano e voz; “Vem, vamos” é um samba que conta com a participação do Arranco de Varsóvia e “Eu sou o namorado da Luiza Brunet”, composta nos anos 80, exaltando a beleza e conjugando essa paixão com a da Estrela Solitária, seu time de coração.

Adolescente, Paulo tocou bateria rock and roll. Os Beatles, Stones e Led Zeppelin foram os primeiros mestres que o arremessaram para a música. Desse tempo veio o “Pauleira” por ele mesmo inventado.

Em 1984 entrou para o conjunto Céu da Boca, grupo vocal de dez integrantes, que o tornou profissional de música. Ali, a partir do Coral da Pró Arte dirigido por Jaques Morelenbaum, se enturmou com gente ligada em música vocal. O Céu da Boca gravou dois LP’s e sua música “Clarissa” chegou a tocar bastante nas rádios pelo Brasil.

Quando o grupo terminou, durante dois anos Pauleira se dedicou à música instrumental, e misturando o jazz e o rock ele fez os circuitos de pequenos bares da cidade do Rio de Janeiro, uma preparação para sua viagem de estudo aos EUA.

Nos anos 90, já no Brasil, atuou como pianista e arranjador com diversos artistas, entre eles, Danilo e Nana Caymmi, Lenine, Verônica Sabino, Ithamara Koorax, Adriana Calcanhoto, João Donato, Nelson Gonçalves, e Simone. Passou ainda a reger corais em várias instituições, de onde até hoje, vem boa parte de sua fonte de renda.

Seu grande movimento artístico a partir daí foi o Arranco de Varsóvia onde pode continuar trabalhando com vozes, mas desta vez, cantando só samba. E deu tudo certo, o grupo gravou três CD’s, um DVD e arrebatou o premio Tim de melhor grupo de samba de 2006.

Rio Ritmos



Quarteto Primo Dorival
Dia 3/3 - Sábado - 19h30

Além da forte ligação familiar, os primos Eliza, Malu, Matheus e Rogério sempre tiveram uma grande afinidade através da música, e desde 1998, quando se apresentaram juntos pela primeira vez, inúmeras histórias musicais foram criadas por eles.
A idéia de realizar um projeto musical com os quatro começou a tomar forma nos idos de 2001, quando foram convidados pelo maestro Muri Costa para participarem de um coral que estava sendo criado por ele. Mais do que um regente, Muri tornou-se parceiro musical dos primos, e teve influência significativa na formação musical deles.
Músico há quase quatro décadas, Muri foi violonista do mestre Dorival Caymmi e trabalhou também com seus filhos, Nana e Danilo, com quem divide os palcos até hoje. Essa vivência com a família Caymmi o inspirou a criar arranjos vocais para coro das músicas do grande compositor baiano. Com esse material pronto, encontrou no quarteto vocal formado pelos primos a forma perfeita para gravar os arranjos.
O repertório de Dorival é vasto, e a seleção das músicas para o cd preza pela universalidade de temas do compositor baiano. Músicas do mar, de amor, das situações cotidianas e da vida dos personagens que permeiam esta obra tão importante da música brasileira. De clássicos consagrados como “O bem do mar” a canções mais desconhecidas do grande público (“Sargaço mar”), o disco “Dorival” é composto de treze faixas, sendo nove delas cantadas pelo quarteto e um solo para cada um dos integrantes.
A sonoridade é toda voltada para a valorização dos arranjos vocais, com suas sofisticações e sutilezas. O violão de Muri Costa é presente em todo o disco, com participações de Marcelo Costa na percussão e bateria, Zeca Assumpção no baixo, Cristóvão Bastos no piano, Jacques Morelembaum no violoncelo, Marcelo Caldi no acordeão e André Siqueira no violão de aço.
Outro convidado especial é Danilo Caymmi, que narra a “História dos pescadores” e canta em trechos desse épico do mar.
“Dorival” é um disco que traz arraigado em seu conceito as relações humanas, de família e amigos, que num esforço conjunto conseguiram realizar este belo trabalho que apresenta de forma inédita toda a imensidão contida na música de Dorival Caymmi.


Rio Música para crianças



Leonardo Fuks 
Dia 4/3 - Domingo - 11h
Gratuito

Ph. D. Músico e Professor Associado de Acústica Musical e de Fisiologia da Voz da Escola de Música da UFRJ. Professor da Escola de Música da UFRJ desde 1991, Leonardo Fuks combina uma formação em engenharia acústica e mecânica com uma carreira de mais de vinte anos como oboísta de orquestra e como multi-instrumentista em música contemporânea. Como engenheiro trabalhou na Escócia, Colômbia, Equador e Brasil. Como músico erudito e popular, foi membro fundador da Orquestra Sinfônica do Paraná e músico contratado do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou de inúmeras gravações de música popular brasileira, filmes e de trilhas de filmes. Doutor em acústica musical, com diploma obtido no Instituto Real de Tecnologia da Suécia, busca combinar os conhecimentos científicos, musicológicos e tecnológicos à criatividade do artista e à simplicidade e clareza pedagógicas do educador. Atua como consultor em exposições e em filmes didáticos. Criou e dirige a Cyclophonica, única orquestra de bicicletas do mundo, e idealizou o projeto Cellphonica, pioneiro no país em música com aparelhos celulares. O prof. Leonardo Fuks projeta e produz instrumentos para seus grupos musicais, assim como coordena um dos únicos ateliês de produção de componentes de instrumentos de sopro no Brasil. Suas aulas e oficinas de construção de instrumentos já foram realizadas no Brasil, Japão, Estados Unidos, México, Dinamarca, Suíça, Alemanha, Suécia e Itália. 


Faça inscrições das crianças pelo e-mail: contato.cmrmc@gmail.com

Rio Música Jovem



Nósco Nôsco
Dia 4/3 - Domingo - 18h
A paixão pela música uniu esse grupo de amigos ainda na adolescência no bairro Grajaú, zona norte do Rio de Janeiro.
Depois de começar ensaiando e estudando juntos, cada um seguiu seu caminho na vida trabalhando em outras atividades; Mas, nunca deixando essa vertente de músicos de lado. Aprimorando, tocando em outros projetos ou sozinhos mesmo, pois se tem uma coisa que o grupo ama de verdade é essa arte.

Alguns anos depois, mais precisamente em novembro de 2009, a rapaziada se reencontrou. E dessa vez os integrantes, se viram instigados a partir com tudo pra cima desse sonho em comum. Os instintos pessoais, levaram a banda a optar por um trabalho autoral e que tivesse como principal marca: a alegria, a confraternização e boas canções com intuito de fazer junto ao ¨povo¨. E assim, colocar todo mundo pra dançar, cantar e pular!

A banda é formada por Bia Serrano(voz), Karinna Duque Estrada (voz), Vini Nunes(voz e violão), Rafael Meirelles(contra baixo), Tinho Brito(guitarra), Guido Sabença(percussão e bateria) e Fil Leite(bateria e percussão).
As músicas do Nósco Nôsco retratam de forma simplória situações do cotidiano brasileiro. Seja ele carioca, sulista, nordestino ou de qualquer outra parte do país, fazendo passagem pela fonte da riquíssima música popular brasileira. Ao ouvir ou assistir uma apresentação da banda fica evidente as diversas influências que ajudaram o estilo tão peculiar da banda. Um tanto de samba, um tanto de música regional nordestina, outro tanto de funk, adicione ainda rock´n roll e muita energia.

Pronto!!!

Nósco Nôsco é sinônimo de festa animada.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Rio Música


PROGRAMA DE REATIVAÇÃO DO CENTRO DE REFERÊNCIA DA MÚSICA CARIOCA

Iniciado no dia 21 de janeiro, no Centro de Referência da Música Carioca, o programa Rio Música, de ações que focalizam os diversos aspectos da música praticada no Rio de Janeiro através dos tempos.

O programa tem diversas ações do Rio Música, que culminarão em abril com a primeira exposição sobre a música carioca de todos os tempos.

A partir do dia 22 de janeiro, o Rio Música tem apresenta regularmente espetáculos e ações educacionais:

Rio Música Clássica – concertos comentados  –  quintas às 19h30;
Rio Jazz – espetáculos de música instrumental e vocal  –  sextas às 19h30;
Rio Ritmos – shows de samba, choro, bossa nova – sábados às 19h30;
Rio Música para crianças – ações educacionais para crianças aos domingos, às 11h;
(Inscrições do Rio Música para crianças pode está sendo feita pelo e-mail: contato.cmrmc@gmail.com)
Rio Música Jovem – bandas espetáculos voltados ao público jovem – domingos, às 18h.


SEGUE ABAIXO A PROGRAMAÇÃO DA SEMANA:


Rio Música Clássica



José Staneck e Duo Santoro
Dia 23/2 – Quinta-feira - 19h30

Duo Santoro e José Staneck, violoncellos e gaita.
A busca do novo a cada dia, a procura de diferentes sonoridades e de novas formas de expressão: esta é razão para a formação deste inusitado trio.
Único duo de violoncelos em atividade permanente, o Duo Santoro, formado pelos irmãos gêmeos Paulo e Ricardo Santoro, completou 20 anos de existência em 2010. Apresentou-se nas principais salas de concerto do Brasil e do exterior e tem seu trabalho reconhecido pelo público e pela crítica especializada.
José Staneck, desenvolvendo vários estilos, procura aliar ao erudito sua formação popular e jazzística. Como diretor durante 15 anos da Musiarte Curso Integrado de Música, desenvolveu importante trabalho na área do ensino. Atua com diferentes formações camerísticas, e já foi solista de diversas orquestras sinfônicas brasileiras.
É exatamente esta fusão de estilos que aproxima os três artistas, numa verdadeira conversa musical valorizada pela riqueza tímbrica que resulta dos sons dos violoncelos com a gaita.
Neste concerto, serão apresentadas obras de Vivaldi, Bizet, Piazzolla, Villa-Lobos, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Adriano Giffoni e Egberto Gismonti.

Rio Jazz



Gabriel Improta
Dia 24/2 – Sexta-feira – 19h30


Gabriel Improta é violonista, compositor e arranjador. Nos últimos anos tocou e gravou com grandes artistas da música brasileira como Caetano Veloso, Roberto Carlos, Carlinhos Brown, Gal Costa, Maria Rita, Seu Jorge, João Bosco, Hermeto Paschoal, Paulo Moura, Armandinho, Francis Hime, Jacques Morelembaum e Elza Soares, entre outros.
Seu primeiro CD solo, "É o Violão do Brasil", Robertinho Silva, Carlos Malta, Ney Conceição e Duduka da Fonseca, entre outros, e teve direção musical do violonista Marco Pereira.
Improta está lançando seu segundo CD solo, que conta com a participação de alguns dos mais importantes musicos do país como Jaques Morelenbaum (Cello) e Robertinho Silva (percussões).
Gabriel têm tocado regularmente em shows e festivais pelo Brasil e pelos Estados Unidos, Europa e América Central como no Festival de Guitarra de Havana, dirigido pelo compositor Leo Brouwer.
O grupo Garrafieira, do qual é diretor musical, arranjador e violonista, ganhou o mais importante prêmio para musica no Brasil, o Prêmio TIM, na categoria Melhor Grupo de MPB, 2005.
Nascido em 1975 no Rio de Janeiro em uma família de músicos, Gabriel Improta, é mestre em composição musical pela UNIRIO (2007) e estudou guitarra e improvisação no GIT, Musicians Institute, em Los Angeles, com o guitarrista Scott Henderson (2002/2003), onde concluiu o curso Professional Program.
Lançamento do novo CD Entre

Gabriel Improta lança novo CD Entre com participação de grandes instrumentistas da música brasileira. O lançamento do CD será um show de com músicas originais saidas do forno da nova música instrumental brasileira além de clássicos do repertório de violão brasileiro e latino-americano: composições-jóias de Egberto Gismonti, João Pernambuco e Baden Powell.
No caldeirão cultural desta banda são valorizadas as novas tendências da música brasileira através de releituras dos ritmos e estilos consagrados como o choro, o forró e a música negra nacional e internacional.
algumas do repertório:

1. Canto de xangô (Baden Powell e Vinícius de Moraes)
2. Frevo (Egberto Gismonti)
3. Graúna (João pernambuco)
4. Elo (Gabriel Improta e Rodrigo Lessa)
5. Forroquaquara (Gabriel Improta)
6. Choro para Mccoy (Gabriel Improta)
7. Valsa venezuelana nº 3 (Antonio Lauro)
8. Sol (Gabriel Improta)
9. Corrupião (Edu Lobo)
10. Afrosamba para Baden Powell (Gabriel Improta)
  1. Tez (Gabriel Improta)

Gabriel Improta (violão e guitarra)
Rodrigo Villa (contrabaixo)
Luis Barcelos (bandolim)

Rio Ritmos


Ronaldinho do cavaquinho
Dia 25/2 - Sábado - 19h30

Músico, cavaquinista, compositor, solista, showman.
Considerado virtuoso do cavaquinho e um herdeiro musical de Waldir Azevedo. Nasceu no Méier, Rio de Janeiro, de família pobre, autodidata e estuda cavaquinho desde os 14 anos.
Ronaldinho conquista platéias com sua empatia e emoção, além de emocionar com as histórias que conta sobre a história do Choro, de seus grandes mestres e da sua própria história. 

Rio Música para crianças



Leonardo Fuks - Construindo e desconstruindo instrumentos
Dia 26/2 - Domingo - 16h

Ph. D. Músico e Professor Associado de Acústica Musical e de Fisiologia da Voz da Escola de Música da UFRJ. Professor da Escola de Música da UFRJ desde 1991, Leonardo Fuks combina uma formação em engenharia acústica e mecânica com uma carreira de mais de vinte anos como oboísta de orquestra e como multi-instrumentista em música contemporânea. Como engenheiro trabalhou na Escócia, Colômbia, Equador e Brasil. Como músico erudito e popular, foi membro fundador da Orquestra Sinfônica do Paraná e músico contratado do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou de inúmeras gravações de música popular brasileira, filmes e de trilhas de filmes. Doutor em acústica musical, com diploma obtido no Instituto Real de Tecnologia da Suécia, busca combinar os conhecimentos científicos, musicológicos e tecnológicos à criatividade do artista e à simplicidade e clareza pedagógicas do educador. Atua como consultor em exposições e em filmes didáticos. Criou e dirige a Cyclophonica, única orquestra de bicicletas do mundo, e idealizou o projeto Cellphonica, pioneiro no país em música com aparelhos celulares. O prof. Leonardo Fuks projeta e produz instrumentos para seus grupos musicais, assim como coordena um dos únicos ateliês de produção de componentes de instrumentos de sopro no Brasil. Suas aulas e oficinas de construção de instrumentos já foram realizadas no Brasil, Japão, Estados Unidos, México, Dinamarca, Suíça, Alemanha, Suécia e Itália.

Rio Música jovem

Rubinho Jacobina
Dia 26/2 - Domingo - 18h

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Rio Música

PROGRAMA DE REATIVAÇÃO DO CENTRO DE REFERÊNCIA DA MÚSICA CARIOCA

Iniciado no dia 21 de janeiro, no Centro de Referência da Música Carioca, o programa Rio Música, de ações que focalizam os diversos aspectos da música praticada no Rio de Janeiro através dos tempos.

O programa tem diversas ações do Rio Música, que culminarão em abril com a primeira exposição sobre a música carioca de todos os tempos.

A partir do dia 22 de janeiro, o Rio Música tem apresenta regularmente espetáculos e ações educacionais:

Rio Música Clássica – concertos comentados  –  quintas às 19h30;
Rio Jazz – espetáculos de música instrumental e vocal  –  sextas às 19h30;
Rio Ritmos – shows de samba, choro, bossa nova – sábados às 19h30;
Rio Música para crianças – ações educacionais para crianças aos domingos, às 11h;
(Inscrições do Rio Música para crianças pode está sendo feita pelo e-mail: contato.cmrmc@gmail.com)
Rio Música Jovem – bandas espetáculos voltados ao público jovem – domingos, às 18h.


SEGUE ABAIXO A PROGRAMAÇÃO DA SEMANA:

Rio Música Clássica



Quarteto colonial obras de JM Nunes Garcia, modinhas e lundus
Dia 9/2 - Quinta-feira - 19h30

Um dos grupos vocais brasileiros de maior destaque na música clássica da atualidade, o Quarteto Colonial, formado por cantores com vasta experiência no panorama da música de concerto carioca, foi idealizado em 2003 pela regente e cravista Maria Aida Barroso, com a finalidade inicial de divulgar a obra a cappella do Padre José Maurício Nunes Garcia. O quarteto vocal apresentou-se pela primeira vez no encerramento do Festival de
Música Sacra de Paraty (RJ), e durante os anos seguintes concerto do Brasil. No Rio de Janeiro já se apresentou nos principais espaços culturais, tendo sido convidado a abrir importantes séries de concertos, como Brasiliana da Academia Brasileira de Música, Projeto Candelária e Quintas com Música da Fundação Eva Klabin.
Formação: Doriana Mendes (soprano), Daniela Mesquita (Mezzo-soprano), Geilson Santos (tenor) e Luiz Kleber Queiroz (barítono), com direção musical de Maria Aida Barroso.

Rio Jazz



Jazz Nova Lapa
Dia 10/2 - Sexta-feira - 19h30
Nova Lapa Jazz é um grupo que surgiu com a proposta de democratizar o jazz no Rio de Janeiro. Os shows ocorrem na Rua da Lapa possibilitando o acesso gratuito a um público formado em sua grande maioria por jovens e adultos. Em um ambiente de troca e descontração, pessoas de diferentes idades e classes sociais se reúnem para escutar as apresentações de jazz instrumental, que até então se restringiam a lugares privados na Zona Sul. O evento – conhecido como Jazz no Buteco – cresceu e agora já se tornou uma das grandes novidades musicais da cidade deste ano. O número de freqüentadores das quartas de jazz já esteve nas férias de inverno entre 1000 e 2000 pessoas. 

Nossa vontade sempre foi fazer um jazz brasileiro com a cara da nossa geração. Estamos em constante renovação, sempre buscando aperfeiçoar a linguagem do grupo. Misturando jazz com choro, choro de gafieira, samba, bossa, bolero, enfim, uma grande mistura que propõe também uma renovação estética no jazz. Um jazz jovem e ousado, inovador e livre de amarras.
O Rio de Janeiro sofre de uma carência de apresentações de jazz e nós, músicos instrumentistas, também buscamos uma aproximação maior com o grande público. Essa necessidade mútua explica o sucesso do evento, que fez com que as noites de quarta na Lapa ficassem tão cheias, o que evidencia que o projeto deve ser ampliado. Para além das apresentações de rua também em cada vez mais outros espaços. Nos últimos meses fizemos shows no Circo Voador, Teatro Rival, Fundição Progresso, Democráticos, Cais do Oriente, Gafieira Elite, alem de várias festas privadas em parcerias com outros produtores e DJs da noite do Rio. Temos agenda marcada com o Rock in Rio, com o Circo Voador e o Teatro Rival. Nova Lapa Jazz levando a energia musical do grupo e de seu público para todos os cantos do Rio de Janeiro e em breve de todo o Brasil!

Rio Música Ritmos


Camerata Brasilis
Dia 11/2 - Sábado - 19h30


Camerata Brasilis é uma pequena orquestra popular de câmara, que se dedica a trabalhar o repertório do choro de todas as épocas com composições e arranjos originais. A Camerata busca, através do aprofundamento nessa linguagem, a expressão da música instrumental brasileira de hoje e vem fazendo um intenso trabalho de pesquisa, criação e difusão deste fazer musical.
O encontro desses instrumentos, em uma formação para além do regional e da orquestra de câmara, revela sonoramente a singularidade da Camerata Brasilis e sua busca pela interseção entre a música de câmara e a de roda, entre a precisão e o swing, entre o escrito e o improvisado.
Formada em 2008, no rico ambiente da Escola Portátil de Música, a Camerata Brasilis tem como principal referência a histórica Camerata Carioca, que teve Radamés Gnattali como mestre e mentor nessa arte que transpõe as barreiras entre erudito e popular.
A Camerata Brasilis é formada por 9 integrantes, jovens músicos que demonstram admirável domínio de seus instrumentos e profundo conhecimento sobre sua linguagem musical, despontando no cenário da música instrumental nacional.  

Repertório do CD “Camerata Brasilis”:
1 – Benjamin seja bem vindo (Pedro Paes | Arranjo: Pedro Paes)
Choro-carimbó
2 – Choro de Outono (Paulo Aragão | Arranjo: Paulo Aragão)
Choro
3, 4 e 5 – Suite Terreiro (Mauricio Carrilho | Arranjo: Mauricio Carrilho)
3 – Oxaguiã | lundu
4 – Olhos d´água | valsa
5 – Lundu de Ojó | Lundu
6 – Cangalha (João Lyra e Mauricio Carrilho | Arranjo: João Gabriel Souto) Baião
7 – Ritinha (Mauricio Carrilho | Arranjo: Paulo Aragão) Valsa
8, 9, 10, 11 e 12 – Quadrilha Litorânea (Jayme Vignoli | Arranjo: Jayme Vignoli)
8 – Praia Vermelha | polca
9 – Leme | maxixe
10 – Arpoador | valsa
11 – Av. Niemeyer | xótis
12 – Grumari | Choro
13 – 7 x 0 (Glauber Seixas | Arranjo: Maria Souto) Choro sambado
14 – Minha vez (Pixinguinha | Arranjo: Maria Souto) Polca
15 – Vaidosa n.1 (Radamés Gnattali | Arranjo: João Gabriel Souto) Valsa
16 – Lembranças do Coreto (Nailor Proveta | Arranjo: Nailor Proveta)

Formação: Aline Gonçalves – flauta, flautim e clarinete, Maria Souto – flauta, flauta em Sol, flautim, sax tenor e arranjos, Vitor Macedo – clarinete, Luis Barcelos – bandolim, Marcos Tannuri – cavaquinho, Glauber Seixas – violão, João Gabriel Souto – violão e arranjos, Pedro Aune – contrabaixo, Gabriel Leite – bateria e percussão.

Rio Música para crianças

Leonardo Fuks - Construindo e desconstruindo instrumentos
Dia 12/2 - Domingo - 16h

Ph. D. Músico e Professor Associado de Acústica Musical e de Fisiologia da Voz da Escola de Música da UFRJ. Professor da Escola de Música da UFRJ desde 1991, Leonardo Fuks combina uma formação em engenharia acústica e mecânica com uma carreira de mais de vinte anos como oboísta de orquestra e como multi-instrumentista em música contemporânea. Como engenheiro trabalhou na Escócia, Colômbia, Equador e Brasil. Como músico erudito e popular, foi membro fundador da Orquestra Sinfônica do Paraná e músico contratado do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou de inúmeras gravações de música popular brasileira, filmes e de trilhas de filmes. Doutor em acústica musical, com diploma obtido no Instituto Real de Tecnologia da Suécia, busca combinar os conhecimentos científicos, musicológicos e tecnológicos à criatividade do artista e à simplicidade e clareza pedagógicas do educador. Atua como consultor em exposições e em filmes didáticos. Criou e dirige a Cyclophonica, única orquestra de bicicletas do mundo, e idealizou o projeto Cellphonica, pioneiro no país em música com aparelhos celulares. O prof. Leonardo Fuks projeta e produz instrumentos para seus grupos musicais, assim como coordena um dos únicos ateliês de produção de componentes de instrumentos de sopro no Brasil. Suas aulas e oficinas de construção de instrumentos já foram realizadas no Brasil, Japão, Estados Unidos, México, Dinamarca, Suíça, Alemanha, Suécia e Itália.


Inscrições pelo e-mail: riomusicaoficinas@vertigo30.com.br 

Rio Música Jovem

Dinda
Dia 12/2 - Domingo - 18h
Ano que vem eu vou ser na Avenida o palhaço que eu fui na sua vida” - selo Bolacha. O nome do cd de estréia da banda Dinda chama a atenção de cara pelo tamanho, que foge ao padrão do mercado fonográfico. Mas a Dinda não é uma banda comum. Ela tem personalidade própria e única como a figura da madrinha para todo afilhado. Um sentimento fraterno também ecoa no som que fazem juntos João Bernardo (voz), Beto Callado (Guitarra, violão e baixo), Marcelo Cardoso (Guitarra e baixo) e Matias Zibecchi (bateria e percussão). Aos meus ouvidos, o afeto é o fio condutor deste disco.